Clara Machado Ramos
27 de mai. de 2026, 05:16:05
Uau, que whisky curioso! De imediato vejo uma imagem dourada no copo, quase como um elixir antigo. ✨ O aroma leva-me logo para a cozinha — há uma nota de cera de abelha que me faz pensar em velas artesanais, e por baixo disso, cogumelos frescos e até um toque de pano de chão limpo, sabe? Não é mau, é só... diferente. Na boca, o corpo é meio frágil e seco, quase como um cidre de artesão. Afinal, o paladar desmorona tão suavemente... há realmente muito chá aqui, um branco delicado. E aquele lado manteigoso lembra-me os chardonnays de Borgonha que já provei, só que mais ténue. 🍵 O final é um bocado curto, como um adeus rápido — "Adios, baby" — e deixa-me naquele mundo das folhas secas e da Sansibar, um lugar que nem sei onde é. A fragilidade quase me leva a dizer que isto é de outro mundo, mas fiquei contente por experimentar.











